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08/07/2021
Polícia do Haiti anuncia morte e prisão de suspeitos pelo assassinato do presidente

Um porta-voz da polícia do Haiti, Léon Charles, disse na noite desta quarta-feira (7) que quatro suspeitos de participar do assassinato do presidente Jovenel Moise foram mortos e outros dois foram presos.

Ele afirmou ainda que três policiais, que tinham sido capturados pelo grupo, foram libertados.

Moise foi morto a tiros em sua casa, na capital Porto Príncipe, na madrugada. A primeira-dama Martine Moise ficou gravemente ferida no atentado e levada aos Estados Unidos, onde está internada em estado grave, porém estável.

 

 

Ato odioso:
 
O primeiro-ministro interino do país, Claude Joseph, afirmou em comunicado que o assassinato de Moise foi um "ato odioso, desumano e bárbaro".

"Um grupo de indivíduos não identificados, alguns dos quais falavam em espanhol, atacou a residência privada do presidente da República" por volta da 1h e "feriu mortalmente o chefe de Estado".

Ele pediu à população "que se acalme" e afirmou que "a situação da segurança no país está sob o controle da Polícia Nacional haitiana e das Forças Armadas do Haiti". "Todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a continuidade do Estado e proteger a nação".

Horas depois, o premiê interino decretou estado de emergência no país. Ainda não está claro quem vai assumir a presidência do Haiti, pois:
 

Joseph não chegou a ser oficializado no cargo de primeiro-ministro, por isso ocupa o posto interinamente;

O presidente da Suprema Corte, que poderia assumir a Presidência, segundo a Constituição, morreu de Covid-19 no mês passado e ainda não foi substituído.

Créditos: Vanderléia/g1/aquarelafm

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