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09/03/2022
Presidente da Ucrânia diz que sanções impostas pelos EUA enfraquecerão os russos

O presidente ucraniano Volodmir Zelenski agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pelas sanções adicionais tomadas contra a Rússia nesta terça-feira (8). Segundo Zelenski, as medidas "enfraquecerão significativamente os russos".

As novas medidas incluem a proibição de importações de petróleo, derivados de petróleo, gás e carvão da Rússia. Os cidadãos também estão agora proibidos de investir no setor de combustível e energia da Rússia.

 

"A proibição das importações de petróleo para os Estados Unidos enfraquecerá o Estado terrorista economicamente, politicamente e ideologicamente, porque se trata de liberdade, sobre o futuro, sobre para onde o mundo se moverá", disse Zelenski.

As forças russas continuam a se posicionar em torno de grandes cidades e bombardeá-las em alguns casos, de acordo com líderes ucranianos.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou a invasão da Ucrânia alegando querer proteger a população de língua russa das regiões separatistas do leste, em guerra contra Kiev desde 2014.

O presidente russo exige a desmilitarização da Ucrânia, um status neutro para o país (agora voltado para o Ocidente) e garantia de que nunca fará parte da Otan.

O último balanço das Nações Unidas registra 406 civis mortos na invasão, embora esse número seja certamente muito menor do que o real.

O Pentágono estimou que "2.000 a 4.000 soldados russos" foram mortos desde o início da ofensiva, uma estimativa aproximada que deve ser tomada com cautela, pois foi extraída de várias fontes, segundo autoridades de inteligência dos EUA.

Na tentativa de pressionar Moscou a encerrar a guerra na Ucrânia, os EUA anunciaram a proibição de importação de petróleo russo. O presidente Joe Biden, que enfrenta críticas desde o início dos confrontos, pode ver a popularidade cair ainda mais, já que a medida vai aumentar o valor da gasolina em seu país.

O Reino Unido reduzirá gradualmente as importações de petróleo procedente da Rússia e deixará de comprar o combustível desse país até o fim deste ano, anunciou nesta terça-feira (8) o ministro de Empresas, Energia e Estratégia Industrial britânico, Kwasi Kwarteng.

O período de transição dará ao mercado britânico nove meses para se ajustar às mudanças e garantir novas rotas de abastecimento até que o petróleo bruto e os produtos petrolíferos da Rússia, que representam 8% da demanda do Reino Unido, sejam vetados.

Créditos: Vanderléia/aquarelafm

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